Só que não entro nem saio da vida de ninguém sem deixar marcas.
Marcas boas ou ruins. Mas marcas.
(...)
Lâmina cada dia mais afiada.
Quer segurança?
Vai brincar com cotonete.
Eu não nasci pra isso.
Eu curto pulso, sangue, intensidade.
Bebo anti-socialmente.
E tenho feridas feias feitas com o ódio dakeles ke me amavam, tenhu marcas que nunca sumirão.
Feridas semi abertas.
Marcas de uma época.
Lembranças de quem sou.
Do que sou.
Do que nasci para ser.
E foda-se.
(...)
Foda-se mesmo.
Eu sou uma máquina de ferimentos.
Quer beijar?
Vai ser intenso.
Quer brincar?
Só não fala que eu não avisei.
(...) Este é o presente de quem carrega nos olhos, o fim e o vazio como dádivas divinas, e caminha sozinho entre toques de amor. NEM O MELHOR NEM O PIOR! APENAS DIFERENTE!!!!